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Na montra

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Ao fim de onze edições, os Cadernos de Estudos Leirienses voltaram a ser apresentados em Leiria. Desta vez foi no Museu de Leiria / Convento de Santo Agostinho, no dia 10 de Dezembro de 2016. O volume n.º 11 dos Cadernos tem 502 páginas e dedica mais de metade delas ao concelho de Leiria, num dossiê que suscita a maior curiosidade. Desta vez, porque foi o Museu de Leiria a acolher o lançamento da última edição dos Cadernos, coube à Dra. Vânia de Carvalho, arqueóloga responsável pela instituição, a tarefa de apresentação do dossiê sobre Leiria. O coordenador científico, Professor Saul Gomes, deu antes uma nota geral sobre o volume. Presentes ainda o editor, Eng. Carlos Fernandes, e a Chefe de Divisão da Cultura da Câmara de Leiria, Dra. Helena Brites, também Presidente da Junta de Freguesia do Arrabal, na circunstância a “jogar em casa”, uma vez que estes Cadernos inserem dois estudos sobre a freguesia do Arrabal.

Numa iniciativa promovida pela Santa Casa da Misericórdia de Porto de Mós, foi lançado no dia 8 de Dezembro de 2016, na igreja de S. Pedro de Porto de Mós, o aparatoso livro “A Santa Casa da Misericórdia de Porto de Mós – 500 Anos de história”, de Saul António Gomes e Kevin Carreira Soares. Edição daquela Santa Casa, o livro, como miolo a cores, tem 256 páginas e foi produzido pela Textiverso.

Na mesa de apresentação estiveram: o Provedor da Misericórdia, Dr. Paulo Carreira, o Pároco de Porto de Mós, Padre José Alves, o Vice-presidente da Câmara Municipal de Porto de Mós, Dr. Albino Januário, o editor, Eng. Carlos Fernandes, e o autores, Prof. Doutor Saul António Gomes e Mestre Kevin Carreira Soares.

Antes da apresentação propriamente dita, um duo de cantores líricos, os contratenores Luís Peças e João Paulo Ferreira, interpretou alguns temas que surpreenderam a plateia. Logo de seguida, o Padre José Alves deu as boas-vindas aos presentes e saudou a Misericórdia pelos seus 500 anos e pelo livro evocativo, após o que os autores falaram do precioso trabalho agora editado.

O Município de Ansião promoveu no dia 12 de Novembro de 2016 o lançamento de dois livros de grande significado e importância: a “Réplica do Foral Manuelino de Ansião” (fac-símile), de 20 páginas, e o estudo “Réplica reconstituída do Foral Manuelino de Ansião”, este da responsabilidade de Mário Rui Simões Rodrigues, com 80 páginas, ambos produção da Textiverso. Na mesa estiveram: o Presidente da Câmara, Dr. Rui Rocha, a Vereadora da Cultura e Vice-presidente, Dra. Célia Freire, o editor, Eng. Carlos Fernandes, e ainda o Dr. Manuel Augusto Dias e Dr. Mário Rui Simões Rodrigues.

Foram justamente o Dr. Manuel Augusto Dias e Dr. Mário Rui Simões Rodrigues que fizeram a apresentação destes dois livros: o primeiro, evocando todas as iniciativas que decorreram em Ansião desde 5 de Julho de 2014, 5.º centenário do Foral Manuelino; e o segundo, explicando como se reconstituiu o foral para a sua presente edição fac-similada.

Depois de poesia, ensaio, história cultural e memórias, Fernando Brites volta aos domínios da escrita, apresentando agora a sua primeira ficção: “Da Banda de lá do Tempo”. Trata-se de um romance de 408 páginas num livro produzido pela Textiverso, de Leiria, e lançado no dia 6 de Novembro de 2016 no auditório da Junta de Freguesia do Arrabal (Leiria). Na mesa estiveram a Presidente da Junta, Helena Brites, o editor, Carlos Fernandes, o apresentador, escritor Luís Vieira da Mota, e, naturalmente, o autor, que, ao escrever este livro, diz tê-lo feito «com a ideia de homenagear aqueles que decidiram construir o seu futuro nas ex-colónias e que, fruto de uma descolonização apressada (...), tiveram de regressar em condições deprimentes, que nada dignificam quem os obrigou a voltar e a forma como o fizeram». A este respeito, o apresentador diria: «O Dr. Fernando Brites, mercê de um sentimento de solidariedade, respeito e admiração por todos os que foram espoliados e obrigados a um retorno que não estava nos seus horizontes, dedica-lhes este trabalho, simples na sua forma literária, escorreito na sua escrita, compreensível mesmo para os leitores menos ilustrados, mas com a grandeza de um coração, que por ter sofrido as mesmas angústias, melhor compreende o drama que por cima de todos desabou e com mais dificuldade pode perdoar aos responsáveis por esse cataclismo.»

A Casa-Museu | Centro Cultural João Soares, em Cortes (Leiria), foi o local eleito por Pedro Jordão para o lançamento do seu primeiro trabalho em livro que tem por título “Textos cínicos de amargura variável”. Produzido pela editora Textiverso, de Leiria, tem 190 páginas, foi lançado no dia 5 de Novembro de 2016 e contou com a apresentação de Carlos Lopes Pires e a leitura de textos de Maria Celeste Alves.

Durante a sessão teceram algumas considerações o editor, Carlos Fernandes, e o próprio autor que disse do seu empenho na escrita deste livro e, de alguma forma, explicou os motivos que a suscitaram. Durante a sessão, foram ouvidas gravações de alguns temas musicais da autoria de Pedro Jordão, com letras de Carlos Lopes Pires. E foi justamente a este último que coube a responsabilidade de dar ao público presente algumas notas sobre o autor e uma ideia do conteúdo do livro.

O auditório da Biblioteca Municipal da Marinha Grande foi o local eleito para o lançamento, no dia 8 de Outubro de 2016, do romance histórico “Revolta na Stephens”, da autoria de Fernando Luz. É um livro com 142 páginas, produzido pela Textiverso, de Leiria. A apresentação foi feita por Carlos Fernandes e contou com a presença da Vereadora da Cultura da Câmara da Marinha Grande, Dra. Cidália Ferreira, de D. Ivone Henriques, Presidente da Direcção da APPACDM da Marinha Grande, e, naturalmente, do autor.

O volume n.º 10 dos “Cadernos de Estudos Leirienses” constitui mais um volume suplementar na série de 2016, contemplando, desta feita, as comunicações apresentadas no colóquio sobre o IX Centenário da Abadia de Claraval (1115-2015), realizado em Alcobaça no dia 14 de Novembro de 2015. Tem 190 páginas e foi apresentado, igualmente em Alcobaça, no auditório da Biblioteca Municipal, no dia 1 de Outubro de 2016, por dois elementos da organização daquele colóquio, António Valério Maduro e Rui Rasquilho, no decorrer do colóquio internacional “Cister e os Templários”.

Foi finalmente publicado e disponibilizado o catálogo da pintura restaurada do Museu de Leiria. É um livro a cores de 176 páginas que tem por título “Colecção de Pintura, Séculos XVI-XVII – Museu de Leiria” e é da autoria de Jorge Estrela. Produzido pela Textiverso, com a coordenação editorial de António Luís Ferreira e a colaboração de Carlota Simões, este livro é uma edição da Câmara Municipal de Leiria / Museu de Leiria e foi apresentado precisamente naquele Museu no dia 24 de Setembro de 2016.

A sessão em que se integrou a apresentação deste livro póstumo de Jorge Estrela (o autor faleceu em 1 de Janeiro de 2015) constou de uma tertúlia alargada que visou “Recordar Jorge Estrela” e que encerrou com a intervenção do Presidente da Câmara, Raul Castro.

Foi apresentado no auditório da Fundação Caixa Agrícola de Leiria, no dia 24 de Setembro de 2016, o livro “Veredas do Silêncio – Poesia”, de Clara Paulo, de seu nome completo Clara Maria de Sousa Paulo, natural da Barosa. O volume tem 182 páginas e é uma edição da autora, com produção da editora Textiverso, de Leiria.

A sessão de lançamento deste livro contou com a apresentação de Vergilio De Lemos, com alguns momentos musicais e ainda com a leitura de vários poemas. Estiveram presentes para além da autora, o representante da editora, Carlos Fernandes, o apresentador, Vergilio De Lemos, a Vereadora da Acção Social da Câmara de Leiria, Ana Margarida Valentim, e a Presidente da Junta da União de Freguesias de Marrazes e Barosa, Isabel Afonso.

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O volume n.º 9 dos “Cadernos de Estudos Leirienses” já está nas livrarias e foi lançado no dia 17 de Setembro de 2016 no auditório do Município de Ansião. Produzido pela Textiverso, de Leiria, este volume tem 528 páginas e dedica cerca de metade delas ao Norte do Distrito e, em particular, ao concelho de Ansião. Na sessão de lançamento estiveram o Presidente da Câmara Municipal de Ansião, Dr. Rui Rocha, e a Vereadora da Cultura, Dra. Célia Freire, e ainda o editor, Eng. Carlos Fernandes, o coordenador científico, Prof. Doutor Saul António Gomes, e o ilustre ansianense, Mestre Manuel Augusto Dias, para além de muitos colaboradores.

No pavilhão da feira de S. Bernardo, em Alcobaça, foi apresentado no dia 20 de Agosto de 2016 o livro "A Alcobaça de Domingos Alvão". Com 176 páginas, reproduz cerca de centena e meia de fotografias produzidas por Domingos Alvão ou pela Casa Alvão, do Porto, em finais dos anos 20 e início dos anos 30 do século XX, e é acompanhado por um estudo introdutório de Rui Rasquilho e António Valério Maduro. A edição, de aparato, é da responsabilidade do Município de Alcobaça e do Turismo do Centro e a produção é da Textiverso.

Na apresentação estiveram, para além do produtor, Carlos Fernandes, os organizadores da edição, Rui Rasquilho e António Maduro, e o Presidente da Câmara Municipal de Alcobaça, Paulo Inácio.