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Na montra

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“A Paixão do Príncipe Hiram” é o título de um livro da autoria de José Martins Saraiva, que foi apresentado, no dia 29 de Maio, na Biblioteca Municipal da Marinha Grande, pelo Dr. Vítor Hugo Beltrão. Do mesmo autor das celebradas “Lendas do Pinhal do Rei”, este novo livro tem 94 páginas e é uma edição do autor com produção da editora Textiverso.

Este trabalho de José Martins Saraiva é ao mesmo tempo história e ficção. Numa primeira parte, o autor como que ensaia o clima da sua novela, dando ao público uma série de referências históricas e/ou lendárias à volta da origem da palavra “Moel”, desde a Fenícia e Cartago às costas de S. Pedro e ao recanto da Valdimeira. Depois, numa segunda, o autor abre as asas da sua fantasia, dando-nos conta de um amor forte, perpassado de candura poética, com os protagonistas, Hiram e Apiana, vivendo intensos e dramáticos momentos de paixão nas costas oceânicas de S. Pedro de Moel.

“A Paixão do Príncipe Hiram” irá certamente enriquecer as nossas bibliotecas com considerações novas que procura abrir as portas, nebulosas, dum passado quase esquecido.

 

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A CMP – Cimentos Maceira e Pataias, S.A., do grupo Secil, editou recentemente e apresentou ao público no dia 18 de Maio de 2010 um livrinho com o título “A pegada misteriosa”. É um texto da autoria de Ana Cristina Luz, de S. Pedro de Moel, ilustrado com fotos fornecidas pela CMP, destinados ao público infantil. Tem 24 páginas e é uma produção da editora Textiverso. A apresentação esteve a cargo do Dr. Carlos Alberto Silva.

Segundo o Director da CMP, Eng. Luís Costa, presente na sessão de apresentação com o Administrador, Eng. Carlos Abreu, e numa iniciativa «integrada nas comemorações do 87.º Aniversário da Fábrica de Maceira-Liz e nas comemorações do Ano Internacional da Biodiversidade, a presente publicação pretende ser uma ferramenta de educação e divulgação ambiental, dando a conhecer algumas espécies da fauna e flora da região de Maceira ao público mais jovem».

 

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“BemAmor” é o título do último livro de Joaquim Santos, produzido pela Textiverso. Foi apresentado pela Dra. Vera Sebastião, directora do Jardim Escola João de Deus, na tarde do dia 21 de Março, numa sessão que decorreu na sede da Associação Malmequer Silvestre, a funcionar na antiga escola primária do Feijão, freguesia de Colmeias.

Teve o privilégio da ilustração cénica de algumas crianças da localidade, com hip-hop e uma peça de teatro com o tema “O capuchinho vermelho”.

Num ambiente de festa com simplicidade, intervieram sucessivamente Carlos Fernandes (editora Textiverso), Ricardo Moreira (ilustrador), Vera Sebastião (amiga do autor), Dulce da Graça (presidente da Associação Malmequer Silvestre) e Joaquim Santos (autor da publicação) que, entre outras considerações, observou: «Este livro deixa-nos pistas, abre-nos horizontes, apresenta-nos uma mensagem: uma menina e um passarinho, recolhem da flor amiga, o néctar bem e amor, que todas as pessoas do mundo precisam para viver.»

No termo da sessão foi servido um bom café, com crepes e licores, acrescentando mais “sabores” à tarde do dia 21 de Março, sintomaticamente início da Primavera.

 

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A livraria da Universidade de Aveiro foi o cenário escolhido para o lançamento do livro “O sol ao mínimo”, de Rosa Nobre Camilo. Ocorreu no dia 25 de Março de 2010 e a apresentação esteve a cargo do Professor Doutor Rui Magalhães.

Este livro é o terceiro da colecção “Poesia – novos talentos” e assinala justamente a estreia literária da autora, uma jovem poetisa de 26 anos.

Na sua intervenção, o Professor Rui Magalhães, que já prefaciara o livro, fez algumas considerações importantes acerca da escrita e da poesia de Rosa Camilo: «Esta é uma poesia de revolta, mas não de uma revolta no seu sentido mais óbvio: política, social, humana. É de uma revolta bem mais profunda e essencial que se trata, de uma revolta ontológica – no interior da qual todas as outras têm, naturalmente, o seu lugar.»

 

A apresentação ocorreu no bar do Hotel Eurosol
A apresentação, pelo autor, e a distribuição ao público do guia da cidade denominado “A Leiria de Miguel Torga” assinalaram o Dia de Miguel Torga em Leiria. Trata-se de um livro de 48 páginas, da autoria de Carlos Alberto Silva e produzido pela editora Textiverso, que descreve alguns dos espaços da cidade referidos pelo escritor na sua obra ou em que este habitualmente fazia a sua vida. Em particular, são referidos locais como os do consultório e da habitação, a casa de amigos, a biblioteca, o teatro e o edifício onde esteve preso.

Carlos Fernandes, Álvaro Mendonça e Carlos Silva
No dia 12 de Dezembro de 2009 foi apresentado na Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira, em Leiria, o primeiro livro da colecção “Poesia – novos talentos” da editora Textiverso, que tem por título “Murmúr(i)os e outras imagens faladas”, com texto de Carlos Alberto Silva e fotografias de Carlos Fernandes.
As composições são inspiradas na técnica desenvolvida por alguns autores japoneses: primeiro um comentário em prosa, por vezes poética, depois um poema curto, seguindo a estrutura e métrica do tanka, por vezes com rima, outras não. Os temas são tão variados quanto as fotos: a natureza, as artes, os temas sociais, a liberdade, a voragem do tempo, a própria poesia, entre outros.

Gustavo Rubim e Daniel Basílio
A biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira, em Leiria, foi o espaço escolhido para a apresentação, a 12 de Dezembro de 2009, do livro de estreia literária de Daniel Basílio, um jovem leiriense de 30 anos licenciado em Línguas e Literaturas Modernas pela Universidade Nova de Lisboa e, agora, doutorando do Departamento de Didáctica e Tecnologia Educativa da Universidade de Aveiro. “São douradas as cordas” é o título desse livro de poesia em que a editora Textiverso apostou para inserir na sua nova colecção “Poesia – novos talentos”.
A apresentação esteve a cargo do Professor Doutor Gustavo Rubim que começou por manifestar a sua/nossa dificuldade em definir o que é a poesia: «A poesia é um assunto difícil. Difícil saber o que é, do que é que se está a falar, difícil de saber que ideia se tem para fazer corresponder à palavra. É uma arte? Uma forma de escrita, entre outras? Um talento? Uma vocação? Um género? Um jogo? Um dom? Uma mania? Um anacronismo? Uma preguiça? Uma fuga? Um mistério? Um ornamento (da alma ou do currículo)? Ou pode ser qualquer coisa destas e é consoante?»

Jorge Estrela, Carlos Silva, Carlos Fernandes e Rui Pessoa

Muitos rostos, com certeza que também com muitas outras histórias, estiveram no dia 5 de Dezembro na Casa-Museu * Centro Cultural João Soares para assistir ao lançamento do livro “Rostos com história”, da autoria de Carlos Fernandes, edição do “Jornal das Cortes” e produção da editora Textiverso, n.º 10 da sua colecção “Tempos & Vidas”.
Escreveu o autor na Introdução: «Este livro é, em absoluto, uma manta de retalhos que nem sequer procurámos coser para ter qualquer consistência que não seja a que cada um dos textos contém. Isso não significa que, em termos globais, ele não represente uma história comum da nossa comunidade, respigada da história de exactamente duas centenas de pessoas ou grupos que, ao longo de duas décadas, fomos ouvindo, registando e publicando nas páginas do Jornal das Cortes.»

No dia 15 de Novembro comemorou-se o Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada. A cerimónia, no Governo Civil do Distrito de Leiria, foi simples mas significativa. E estendeu-se ao dia 16 com a apresentação pública, no seu Salão Nobre, do livro "Descoberta - Um amor de sempre", da autoria de Joaquim Santos (textos) e Andreia Proença (ilustrações), produção da Textiverso.
Este livro narra uma história dedicada à filha do autor, Eduarda, que, em Maio de 2006, faleceu tragicamente vítima de um acidente rodoviário. Decorre na cidade de Leiria, junto às margens do rio Lis, local onde a menina foi particularmente feliz. São personagens justamente Eduarda, a menina sonhadora, e Sebastião, um mendigo desiludido da vida. Entre os dois estabelece-se um diálogo sereno e ternurento que vai trazendo à colação assuntos complexos como o tempo, a memória, a sorte, a vida e a felicidade.
A segurança rodoviária é para o Governador Civil, Prof. Doutor Paiva de Carvalho, uma preocupação constante e uma prioridade no âmbito das suas competências, razão por que, este ano, apoiou a publicação deste livro de Joaquim Santos, considerando-o mais um instrumento de abordagem à temática da prevenção e segurança rodoviárias, pretendendo posteriormente distribuir um exemplar pelas bibliotecas das escolas do distrito.

A mesa da apresentação
A Casa da Madeira, em Lisboa (Rua do Alto do Duque, n.º 5, ao Restelo), foi o espaço eleito para a apresentação, no dia 9 de Outubro último, de dois livros de um madeirense, o Eng. Cecílio Gomes da Silva, falecido em 2005. Tratou-se de “Viveiros” e “Era assim no Funchal”, ambos da responsabilidade editorial da Textiverso e inseridos na colecção “Tempos & Vidas”, respectivamente com os n.ºs 5 e 6.
Na mesa estiveram, para além de Carlos Fernandes, em representação da editora, o Major José Manuel Gomes da Silva (filho do autor), o Professor Doutor Gustavo Rubim (apresentador e prefaciador dos livros), o senhor Carlos Santos (Vice-presidente da Casa da Madeira) e o Coronel Joaquim Evónio (mentor do site Varanda das Estrelícias: http://www.joaquimevonio.com/).

Saul Gomes, entre os elementos da mesa
No dia 20 de Setembro de 2009 foi apresentado na Eira Velha, em Colmeias, no átrio da EBI e perante uma plateia bem significativa, um livro comemorativo dos 10 anos do periódico local, o mensário “Notícias de Colmeias”, de que é director Joaquim Santos.
Trata-se de um livro de grande formato (21,5 x 27,5 cm), com capa cartonada e 256 páginas. Tem por título “10 anos Notícias de Colmeias: 1999-2009”, a edição é do próprio periódico, com coordenação editorial de Joaquim Santos e produção da editora Textiverso. O projecto gráfico é de Carlos Fernandes, e a concepção e arranjo da capa de Gonçalo Fernandes.
Numa primeira e extensa parte, este livro insere uma antologia de textos de cada uma das 114 edições do jornal produzidas até Junho último. Depois, um segundo bloco de textos editados no jornal sobre a história das Colmeias. As 12 revistas e os 8 livros editados pelo jornal são mencionados a seguir. “Momentos gratos da vida do jornal” insere um conjunto de fotografias que retratam a evolução do jornal e dos seus colaboradores ao longo dos primeiros dez anos e as diversas actividades que desenvolveu.