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Na montra

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Paulo José Costa voltou, mas voltou acompanhado. Desta vez trouxe consigo Sara Fabião, agora fotógrafa, na boa senda da ascendência familiar. O resultado foi um livro singular que dá pelo nome de “Vizinhança de Olhares” onde a poesia e a fotografia andam de braço dado e, na euforia do baile, transvasou para uma exposição no m|i|mo – museu da imagem em movimento onde estará até 27 de Julho. O livro tem 96 páginas, é uma edição do autor com produção da Textiverso, de Leiria, e foi apresentado no m|i|mo a 7 de Junho de 2014 pelo escritor Paulo Kellerman.

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A cidade de Leiria e o dia da cidade, 22 de Maio, foram escolhidos para o lançamento do 1.º volume dos “Cadernos de Estudos Leirienses”, uma iniciativa e edição da editora Textiverso, de Leiria, que marca indiscutivelmente a actividade editorial da região. Este primeiro volume, de vários que se projectam, tem 224 páginas e insere 15 estudos dos mais diversos autores e sobre as mais diversas matérias do Distrito de Leiria.

Os “Cadernos” têm como objectivo fundamental proporcionar aos numerosos investigadores um veículo essencial para a divulgação dos seus trabalhos que tenham como pano de fundo a região alargada do Distrito de Leiria e territórios limítrofes com afinidades, como é o caso concreto de Ourém. A sua função será a de fixar elementos essenciais para a compreensão do território definido, com textos de síntese, mas suficientemente desenvolvidos e fundamentados para colherem junto dos potenciais leitores a confiança e o esclarecimento que estas matérias requerem. Os “Cadernos de Estudos Leirienses” terão uma publicação que se prevê regular e função dos materiais disponíveis.

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A Casa-Museu João Soares, nas Cortes (arredores de Leiria), voltou a ser o cenário escolhido por Carlos Lopes Pires para o lançamento de mais um livro seu, desta vez “Guarda-me contigo entre as papoilas”, o que aconteceu no passado dia 17 de Maio. Trata-se de um livro de poesia e o 24.º título de carácter literário do autor, que é psicólogo em Leiria e professor da Universidade de Coimbra. Tem 90 páginas e é uma edição da editora Textiverso, de Leiria.

A apresentação esteve a cargo da Professora Cristina Nobre que, mais do que falar do novo livro, fez a ponte entre as primeiras produções, em particular “O livro de pó” (ed. autor, 1994) e esta que agora veio a lume. E constatou que Carlos Pires pode ter evoluído na escrita e na profundidade das abordagens, mas nunca abandonou os seus temas preferenciais.

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Com grande sentido de oportunidade, Joaquim Santos promoveu, no passado dia 5 de Abril, o lançamento do seu último livro, “O Jornalismo Leiriense e a Grande Guerra (1914-1918)”, 11.º título da sua produção. É um livro de 208 páginas em formato A4, de capa cartonada, produzido pela editora Textiverso, de Leiria, com o n.º 25 da colecção “Tempos & Vidas”.

A sessão de lançamento foi no RAL4 – Regimento de Artilharia n.º 4 – Leiria, durante as cerimónias de evocação da batalha de La Lys, que decorreram na Batalha e em Leiria, organizadas pelo Núcleo de Leiria da Liga dos Combatentes. Na apresentação estiveram, entre outros: o Chefe de Estado-maior do Exército, General Carlos Jerónimo; o General Chanceler das Antigas Ordens Militares, Rocha Vieira; o Comandante do Comando de Instrução e Doutrina, General Rovisco Duarte; o Comandante da Brigada de Reacção Rápida, Major General Fernando Serafino; o Presidente da Liga dos Combatentes, Tenente-general Chito Rodrigues; o Comandante do Regimento Artilharia 4, Coronel Dias Henriques; o Presidente da Câmara Municipal de Leiria, Raul Castro; o Comandante da GNR de Leiria, Coronel José Luís Lomelino; e o Presidente do Núcleo de Leiria da Liga dos Combatentes, Tenente-coronel Ley Garcia, este último encarregado da apresentação do livro, cujo teor foi tese de Mestrado do autor em Comunicação e Jornalismo.

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Em estreia absoluta, foi apresentado em Leiria, no passado dia 14 de Fevereiro, Dia de S. Valentim e dos Namorados, o livro “LEO e a Nova Geração” da autoria de uma nova escritora, R[osinda] S. Arrimar, da Marinha Grande. Com 272 páginas, este livro tem como público-alvo os jovens adolescentes e pré-adolescentes e foi uma produção da editora Textiverso, de Leiria. A ilustração da capa é da filha da escritora, a jovem Neuza Duarte.
O lançamento foi na Escola D. Dinis e a apresentação esteve a cargo da Prof. Doutora Cristina Nobre (ver o texto na secção Apresentações), antecedida de uma sessão de artes marciais, por um grupo de Tai Chi e Kung Fu, que criou o clima necessário à concentração do público, presente em número razoável.

A Textiverso deseja-lhe Boas Festas!

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Director do “Jornal das Cortes” desde Agosto de 1994 até Dezembro de 2013, Rui Sá Pessoa despediu-se das lides jornalísticas e administrativas do periódico no passado dia 14 de Dezembro de 2013, numa sessão em que foi apresentado um livro da sua autoria, nas instalações da Casa-Museu João Soares, nas Cortes (Leiria). Tem por título “Reflexões de cidadania – Prosa e poesia”. Editado pelo jornal e produzido pela editora Textiverso, de Leiria, o livro tem 208 páginas e insere numerosos escritos em prosa e poesia publicados no mensário e ainda muitos inéditos em poesia.

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“História da Misericórdia de Alcobaça – Esboço histórico desta Misericórdia desde a sua fundação até 1910”, da autoria de Francisco Baptista Zagalo, é o título de um livro agora reeditado em fac-simile, com complementos de actualização, e apresentado no auditório municipal de Alcobaça, no dia 1 de Dezembro de 2013, no âmbito da comemoração dos 450 anos da Santa Casa da Misericórdia de Alcobaça (1563-2013), pelos Prof. Doutor Saul Gomes e Eng. Pedro Tavares. O fac-simile tem 364 páginas e os complementos 60, pelo que o volume ostenta 424 páginas no total. A reedição é da editora Textiverso, com os apoios do Eng. Ricardo Charters d’Azevedo e da própria Santa Casa da Misericórdia de Alcobaça.

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Com uma sala cheia e a curiosidade expectante de todos os presentes, foi apresentado na tarde do dia 16 de Novembro de 2013, no auditório do Arquivo Distrital de Leiria, o livro “William Charters, um oficial inglês em Leiria no século XIX”, da autoria de Ricardo Charters d’Azevedo. Trata-se de um livro de grande formato (A4), com 512 páginas a cores e capa cartonada. A produção e a edição são da responsabilidade da editora Textiverso. A sessão foi animada graciosamente pelo grupo coral Cantábilis, de Leiria, dirigido por Joaquim Narciso. A apresentação esteve a cargo do próprio autor que, em brilhante síntese, deu aos circunstantes boa nota do seu livro. Diria que o título pode induzir em erro, uma vez que a família Charters, sobretudo pela vertente inglesa, é ali tratada com algum desenvolvimento, mas o livro trata de muito mais assuntos, aproveitando justamente o estudo de uma família em pleno século XIX.

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Festa bonita, que foi também de aniversário do autor, a da sessão de lançamento do livro “Os Malandros do Cruzeiro”, de José Capote Gonçalves, desenhador e pintor que se dedica ao artesanato no Cabo da Roca e que agora fez uma incursão pela escrita. Tem 124 páginas, é uma edição do autor e foi produzido pela editora Textiverso, de Leiria.
Já no dia 31 de Agosto de 2013 o livro tivera uma primeira apresentação, menos formal, nas Torres do Mondego, em Coimbra, durante um almoço de ex-militares da Companhia 1604 de Engenharia “A da Estaca” que esteve em Angola entre 1966 e 1968 e de que faziam parte outros dois autores editados pela Textiverso: Luís Vieira da Mota e Luís Veiga. A sessão oficial de lançamento, contudo, foi no dia 13 de Setembro, no Hotel Londres do Monte-Estoril, e a apresentação coube a Patrícia Muller, com pequenas intervenções de Carlos Fernandes, José Bray e, naturalmente, do autor.
Patrícia Muller e Carlos Fernandes acentuaram o estilo despojado de José Capote, objectivo e satírico, que assim faz sobreviver episódios da juventude de carácter picaresco, contados com graça e carinho, como lembrou José Bray. Patrícia leu algumas passagens do livro e abriu o apetite dos circunstantes.


Com três apresentações sucessivas em datas e em locais diferentes, o livro “Fontes de Guerra, Fontes de Paz”, da autoria de Jaime de Oliveira Martins, cumpriu um desígnio a que o autor chamou a “solidariedade replicativa”, tornando-se um efectivo instrumento de solidariedade.
Trata-se de um romance cujo ambiente de fundo nos remete para o início do século XIX, no período das invasões francesas que tanta destruição de vidas e bens provocaram na região de Leiria. Sem a preocupação do rigor histórico, este romance evoca, para além do clima de guerra e de violência, os conflitos pessoais e de grupo e os antagonismos de castas, mas também as afeições e o esforço construtivo. Tem 205 páginas e é uma produção da Textiverso.