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INSTALAÇÕES DA TEXTIVERSO

A Textiverso continua a manter o seu escritório em Leiria, com o seguinte endereço:

R. António Augusto Costa, n.4 

2415-398 Leiria

Telefone: 244 881 449

Telemóvel: 91 474 2273

 

BREVES

Outro livro da Textiverso no Plano Nacional de Leitura – Já está disponível a lista de livros do primeiro semestre de 2018 recomendados para o Plano Nacional de Leitura (PNL). Entre eles está mais um produzido pela Textiverso:
- Um mistério até ao fim, de Manuela Ribeiro, com ilustrações da capa e do miolo de Carmo van Damme.

Lá mais de trás já tínhamos outros livros recomendados pelo PNL:
- História que há de ser, de Manuela Ribeiro, com ilustrações da capa e do miolo de Nídia Nair.
- Diário de Ana Joana, 12 anos, 1,36 m de altura, de Raquel Ramos, com ilustração da capa de Gonçalo Viana; e
- A Plantinha dos meus Pais, de Manuela Ribeiro, com ilustrações da capa e do miolo de Nídia Nair.
E,
para o 2.º ano - Leitura Autónoma: O urso que perdera o coração, de Carlos Alberto Silva (texto e ilustrações), produção da Textiverso.

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A Textiverso tem o prazer de anunciar mais uma publicação, realizada em parceria com a Várias Vozes e com o apoio da Faculdade de Belas Artes de Lisboa.

 

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«Publicar uma revista é entrar numa relação sensível e atenta ao espírito do presente.»

— Gwen Allen

 

Este pensamento serviu de mote ao colóquio «Das Revistas: Voltar a Ver», que abriu lugar a um primeiro debate de reflexão sobre revistas que, no panorama contemporâneo, sinalizaram (sinalizando ainda) uma posição ideológica mais experimental, por vezes até radical e heterodoxa, perante a arte, a cultura e a sociedade. Publicações que, através da literatura, da expressão plástica ou do design, deixaram uma marca indelével no zeitgeist da cultura portuguesa.

No livro Das Revistas: Voltar a Ver, pretendeu-se manter a forma da reflexão aberta, própria do formato das conferências que lhe serviram de ponto de partida. »

Destacamos, ainda, o fecho da «Introdução»:

[...] Cumpre-se, assim, o propósito de abrir um campo futuro de estudos sobre estas e outras revistas que [...] surgem como agenciamentos pluridisciplinares cuja atenção ao heterogéneo, à multiplicidade das circunstâncias, à escrita, à expressão plástica e ao design se não subordina a modelos ou teorias, procurando, sim, ser abertura para o nascer de melhores modos de ver e de viver. Afinal, lembra Alberto Caeiro, «o essencial é saber ver».