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INSTALAÇÕES DA TEXTIVERSO

A Textiverso continua a manter o seu escritório em Leiria, com o seguinte endereço:

R. António Augusto Costa, n.4 

2415-398 Leiria

Telefone: 244 881 449

Telemóvel: 91 474 2273

 

BREVES

Outro livro da Textiverso no Plano Nacional de Leitura – Já está disponível a lista de livros do primeiro semestre de 2018 recomendados para o Plano Nacional de Leitura (PNL). Entre eles está mais um produzido pela Textiverso:
- Um mistério até ao fim, de Manuela Ribeiro, com ilustrações da capa e do miolo de Carmo van Damme.

Lá mais de trás já tínhamos outros livros recomendados pelo PNL:
- História que há de ser, de Manuela Ribeiro, com ilustrações da capa e do miolo de Nídia Nair.
- Diário de Ana Joana, 12 anos, 1,36 m de altura, de Raquel Ramos, com ilustração da capa de Gonçalo Viana; e
- A Plantinha dos meus Pais, de Manuela Ribeiro, com ilustrações da capa e do miolo de Nídia Nair.
E,
para o 2.º ano - Leitura Autónoma: O urso que perdera o coração, de Carlos Alberto Silva (texto e ilustrações), produção da Textiverso.

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Um dia muito feliz! Foi muito grato à Textiverso presenciar a tão viva e original apresentação do livro Casa da Árvore F.C., do  nosso jovem autor  e inspirador da linha editorial Minitextiverso, Vasco Ventura Espírito Santo, e da ilustradora responsável pela capa (e pelo desenho que fecha o livro), Alice Ventura Espírito Santo. O evento, em cuja organização e dinamização os pequenos autores participaram activamente, teve lugar no passado dia 18 de Janeiro, no espaço da Casa da Árvore.

AAAALançamento do livro do Vasco

Aproveitamos para dar o merecido destaque a Rui Inglês, director da Casa da Árvore, pelo caloroso acolhimento, pelas palavras proferidas e pela cedência do espaço, bem como às professoras e funcionárias pela solícita e carinhosa participação, e a todos os que brindaram os pequenos autores com a sua presença, tornando tão especial este momento único.




Iluminações de Natal

De todas as coisas que chocam com o espírito de Natal a menor delas não será as iluminações natalícias. Começaram nos grandes centros urbanos e espalharam-se paulatinamente por todo o lado. Com a sua democratização, grandes e pequenas cidades transformaram o Natal numa espécie de Carnaval, muitas vezes de péssimo gosto. As iluminações fazem parte de uma estratégia – gerada espontaneamente ou pela mão invisível do mercado – cujo resultado é rasurar tudo aquilo que é central no Natal dos cristãos, o mistério de Deus que se faz homem num estábulo de Belém.

 

A degradação do Natal tem uma origem curiosa. A racionalização do mistério da encarnação, a leitura literal da história narrada no evangelho de Lucas, a transformação do cristianismo numa moral social, agora em conflito com outras morais sociais, todas estas coisas fizeram do Natal não um acontecimento a ser vivido por cada um mas uma data comemorativa, uma espécie de feriado cívico de âmbito civilizacional. Comemora-se o Natal no mundo cristão como se comemora a tomada da Bastilha em França, o 4 de Julho nos EUA ou o 25 de Abril em Portugal. Uma grande festa, um momento feérico e uma orgia de consumo, tudo às avessas da história narrada pelo evangelista.

 

A modernidade, o espírito das Luzes, o triunfo da ciência e da economia de mercado são factores que contribuíram para o desencantamento do mundo, para a perda de sentido tanto dos mitos como dos mistérios religiosos. O cristianismo era, na sua origem, uma religião mistérica, um programa existencial para que cada homem se transformasse em Cristo. Tudo isto se tornou, há muito, radicalmente estranho a todos nós ocidentais, sejamos ateus, agnósticos ou crentes. Mesmo numa época como a nossa em que a irracionalidade das crenças e dos comportamentos cresce rapidamente, em que as próprias Luzes parecem querer apagar-se, o mistério da encarnação perdeu o sentido, tornando-se o Natal num exercício fastidioso de compras, encontros e desencontros.

 

As iluminações natalícias são o sintoma de que o Natal está morto no mundo ocidental. A luz de Belém foi substituída pelo néon que anima o espírito duma época que fez da compra e da venda a razão suprema e o sentido último da vida dos homens. Ao perder-se a substância do acontecimento, ao ficar-nos vedada a capacidade de compreensão dos símbolos que se manifestam no Advento, resta-nos fingir uma grande alegria embrulhada em presentes, almoços e jantares e nessas iluminações que deixam em nós um desconsolo irreparável. [...]

[A minha crónica natalícia em A Barca]

J.C.M.,

(partilhado com o consentimento do autor, do seu blogue  http://kyrieeleison-jcm.blogspot.com/2019/12/iluminacoes-de-natal.html. Ler outros artigos de J.C.M. na nossa revista online Dobra.)




É com muito orgulho e satisfação que a Textiverso traz aqui o singelo livro de poesia Apenas Linhas, com a sua chancela.

Apenas Linhas constitui, como os que o antecederam, uma compilação, feita por Maria Celeste Alves, também autora da Nota Introdutória, da produção poética dos alunos da sua aula de «Poesia e dizer», no Instituto Cultural Dom António Ferreira Gomes, no Porto.

Capa Apenas Linhas env. tipog.2

O facto de Apenas Linhas constituir o 12.º número de uma linha que, ininterrupta, tem o seu início em 2008, aliado ao vivo acolhimento que recebeu no seu lançamento (informal) no dia 12 deste mês, no referido Instituto Cultural Dom António Ferreira Gomes, no Porto, coloca à Textiverso o imperativo de vir finalmente dar visibilidade a uma linha editorial com doze anos de existência, até agora integrada na categoria “extra colecção”.

Faz todo o sentido que lhe demos o título deste seu 12.º número, título feliz de um dos poemas que integra: «Apenas linhas».  Acolheremos, assim, outros testemunhos de um “aprender a ver”, que, nas palavras de Maria Celeste Alves, «se detém na “realidade das coisas” e na poesia que dela emana».




PARDOE CAPA

cadernos

 

Integrando, no seu enfoque etnográfico, duas linhas editoriais convergentes, a tradução de Traços e Tradições de Portugal [da Batalha a Pombal], de Julia Pardoe, e o 1º número da 2ª Série dos Cadernos de Estudos Leirienses, será conjunto o lançamento destas duas novas produções da Textiverso, a ter lugar em Janeiro de 2020.

 

 

 

 

 

 

Prolongamento do prazo de entrega de trabalhos até 30 de Novembro

 

Em coerência com a decisão do conselho editorial, o conselho científico da Textiverso deliberou prolongar até 30 de Novembro de 2019 o prazo de entrega dos trabalhos a integrarem o 1º número da 2ª Série dos Cadernos de Estudos Leirienses, com enfoque na Etnografia.




pardoe2Temos o prazer de anunciar a publicação, com a chancela da Textiverso, da tradução da obra, de cunho marcadamente etnográfico, Traços e Tradições de Portugal [da Batalha a Pombal] de Julia Pardoe.

 

Esta tradução contempla os capítulos relativos à itinerância de Julia Pardoe, em 1827 e 1828, por localidades que fazem hoje parte do distrito de Leiria –  Batalha, Leiria, Alcobaça, Pombal. Visa-se dar a ouvir, em expressão portuguesa, o que, no seu modo muito próprio de escrita, nos conta esta muito culta jovem inglesa de vinte e um anos do que viu e ouviu em Portugal, durante o que chama a sua «estada peninsular».

 

O livro será lançado em Janeiro de 2020, mas estará a breve trecho (antes do Natal) à venda online e nas livrarias.




O romance epistolar Parkinson, meu amor de Isabel Pereira Rosa foi magistralmente apresentado no Festival Literário Internacional de Óbidos de 2019 pela investigadora e ensaísta Rita Basílio.

Tendo sido sobejamente elogiado pela sua qualidade e profundidade, algo a que a obra em questão se presta, é com enorme satisfação que publicamos, aqui, o texto integral apresentado pela ensaísta no passado dia 15 de Outubro no espaço "Folio Mais" do F(O)LIO 2019.

FOLIO2019

Parkinson, meu amor de Isabel Pereira Rosa

Óbidos, 15 de Outubro de 2019, Espaço FOLIO MAIS, TENDA DOS EDITORES E LIVREIROS,

Muito boa tarde

É com grande alegria e sentido de responsabilidade que venho aqui apresentar, em nome da editora Textiverso, o livro Parkinson meu amor, de Isabel Pereira Rosa.

Antes de começar, ou marcando o modo do começo desta apresentação, queria ler-vos uma passagem do livro O Canto do Signo, de Eduardo Lourenço:

(cito)

A literatura — a nossa própria existência como absoluta ficção — foi sempre um jogo, o mais eficaz dos jogos que soubemos inventar para vencer dentro da vida aquilo que no seu coração a esboroa: o tempo. A morte não é mais que tempo paradoxalmente solidificado. Contra ambos existe e resiste a singular e, no fundo, incompreensível actividade que chamamos, perdendo-a com esse nome, Literatura. (Lourenço, O Canto do Signo 1994: 11).

Começo com esta descrição (que é uma proposta de entendimento) da palavra “Literatura”, não apenas por ser a perspectiva que subscrevo, mas também pelo quanto ela se adequa ao livro Parkinson, meu amor, de Isabel Pereira Rosa.




É com enorme entusiasmo que a Textiverso anuncia a sua presença no FORUM FANTÁSTICO 2019!
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A editora será representada por uma das suas mais prolixas autoras, Ana Cristina Luz, que apresentará, entre outros, o seu "fantástico" livro ilustrado O Medo e o Susto no âmbito da sessão "Imaginação sem Idade" do Fórum.
O medo e o sussto
                                                                                                                                         
Uma história que nos ensina
que, afinal, o medo também é importante.
                                                                                                                                    
A sessão "Imaginação sem Idade" realizar-se-á 
                                                                                                                                    
dia 13 de Outubropelas 11 horas,
na Biblioteca Orlando Ribeiro, em Lisboa.
                                                                                                                                        
Não percam!