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No dia 19 de Julho, dia do nascimento de Aristides de Sousa Mendes, teve lugar, na sua antiga habitação, a Casa do Passal, em Cabanas de Viriato, a apresentação do livro A Lista de Aristides de Sousa Mendes, de Ana Cristina Luz.  A apresentação foi feita por António Pedro Sousa Mendes, neto do cônsul português. Nas circunstâncias em que vivemos, os convites tiveram de ser circunscritos a amigos e familiares.

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Desimaginar o Mundo 2

                                                                                                     

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O Projecto «Desimaginar o Mundo - Manuel António Pina» está integrado na Associação Cultural Várias Vozes, que tem parceria com a Textiverso.

O Projecto «Desimaginar o Mundo - Manuel António Pina» foi criado e tem vindo a ser desenvolvido por Rita Basílio (IELT- UNL) e Sónia Rafael (IELT-FBAL), organizadoras da obra que anunciamos.

Recordamos que Rita Basílio, membro da actual equipa editorial da Textiverso, esteve entre os 5 finalistas do prémio PENCLUB - ensaio, de 2017, com o livro Manuel António Pina - Uma Pedagogia do literário.

 

No seguinte vídeo, Rita Basílio fala-nos da obra de  Manuel António Pina, apresentando o presente livro de ensaios. 

Rita apresentando Desimaginar o mundo

Ver vídeo aqui.

 

Disponível para encomenda directamente na Várias Vozes. Contactar:  Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 



Anotação 2020 06 26 095805

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Capa Aristides site

Com a chancela da Textiverso, A lista de Aristides de Sousa Mendes, de Ana Cristina Luz,

  publicitada no semanário Região de Leiria e na imprensa nacional. 

Demos destaque à ípsilon.

 

na ípsilon PUBLICO 2.pt

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Encomendar directamente à autora neste endereço: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

 

 

 

 




Gummy site

 

Richard Furtado, linguista e tradutor de formação, estreia-se na Textiverso com Gummi, The Stolen Snow Bear, em inglês (língua materna do autor). Trata-se do seu primeiro livro com a chancela da Textiverso,  integrado na rubrica  «Ambiente e Ecologia» da recém-criada linha editorial a que demos o nome de «Histórias contadas a crianças e nem por isso», palavras de Manuel António Pina de que nos apropriámos como mote. 

A convite expresso do autor, são de Carmo Van Damme as ilustrações.

Dedicado ao seu primeiro neto, Alex, este livro abre uma série a que outros se seguirão: os três netos que se sucederam a Alex merecem a Richard Furtado a dedicação de uma história como esta, fruto da perfeita aliança do espírito e do coração. Destacamos este passo da carta a Alex, constante do preâmbulo intitulado «Just in case you were wondering...»:

            […] everyone called you “Gummi Bear”. Which means that your name would have been “Gummi-Bear Furtado Neves”.  […] So, it was perfectly obvious to me that your story had to be about “Gummi, the Stolen Snow Bear”.

 

Gummi, The Stolen Snow Bear terá o seu lançamento em Bribane, Austrália, onde já esteve agendado, tendo sido cancelado na sequência da recente crise pandémica que atravessamos. 




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«Era meu objectivo salvar toda aquela gente, cuja aflição era indescritível». São estas palavras de Aristides de Sousa Mendes que Ana Cristina Luz coloca como epígrafe ao seu novo livro, A Lista de Aristides de Sousa Mendes, e que poderiam constituir uma sua súmula.

Este livro, com a chancela da Textiverso, é – diz-nos a autora – o resultado de alguns anos de trabalho, o fruto da sua dissertação de mestrado, e um sonho realizado: o de, à sua medida, homenagear Aristides de Sousa Mendes, presentificando o seu  gesto altruísta de há oitenta anos, que tantas vidas salvou, com um livro que nos fala dos vistos passados a pessoas que, conforme o apurou a autora na sua investigação, devem a vida a este herói português: pessoas que se vieram a tornar célebres no  mundo da cultura.  Salvador Dalí é um dos nomes que integra a lista de  Aristides de Sousa Mendes, entre muitos outros.




Há acontecimentos que têm um efeito revelador da natureza de certas posições políticas. A actual pandemia é um desses casos. O que teria acontecido aos portugueses se o país tivesse seguido aquilo que certos grupos sociais e políticos advogam relativamente à privatização da saúde e da educação? Esta pergunta deveria assombrar, como se fora um fantasma, cada um de nós. A resposta dada pelos profissionais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) foi extraordinária. O próprio SNS mostrou uma inesperada resiliência, apesar de há muitos anos, sob o fogo de um radicalismo liberalizante, estar a ser desgastado e de haver nele um investimento cada vez mais parcimonioso. Também o sistema educativo público português e os seus profissionais deram uma resposta que merece ser sublinhada, ao reinventar-se de um momento para o outro.

O radicalismo liberalizante que sopra tanto de fora como de dentro do país teve, nesta terrível experiência, uma das suas maiores derrotas. Tanto no Serviço Nacional de Saúde como no sistema público de educação, os seus profissionais mostraram aquilo que verdadeiramente os move, apesar das campanhas que sobre eles regularmente se abatem. O serviço público. A ideia de serviço público tem sido alvo, desde há décadas, de ataques ferozes, desvalorizando quem abraça uma carreira que não conduzirá nem à glória nem à riqueza. Quando a comunidade precisou, de uma forma ainda mais urgente e difícil, daqueles que a servem, os corpos profissionais disseram presente. Os da saúde arriscando a vida para salvar os seus pacientes. Os da educação descobrindo, de um dia para o outro, um caminho para que as novas gerações continuassem a aprender.

O espírito liberal e o liberalismo não são um mal. Precisamos de pessoas mais livres, mais autónomas e responsáveis. Precisamos de uma economia concorrencial, menos dependente do Estado e mais do mercado. O liberalismo torna-se um mal quando se radicaliza e quer destruir o serviço público, quer entregar áreas tão importantes como a saúde ou a educação apenas nas mãos dos interesses privados. O liberalismo é um mal quando corta com a dimensão social e o espírito comunitário. Se há alguma coisa a aprender no contexto desta pandemia é a inultrapassável importância do serviço público. Esperemos que a lição seja aprendida e que um largo consenso, da direita à esquerda, se estabeleça na defesa de um serviço público de grande qualidade, e não meramente assistencial, tanto na saúde como na educação.  

Jorge Carreira Maia, 

Maio 2020.  http://kyrieeleison-jcm.blogspot.com




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Conheça o desdobramento que a revista Dobra dedica à partilha de reflexões, trabalhos artísticos e iniciativas colectivas que testemunham o imponderável presente que é o nosso.


Tomás Maia — Manuel Valente Alves — Pedro Zamith — Aurelindo Jaime Ceia — Luiz Carvalho — Rui Matos — Fernando Estevens — Carlos Guerreiro — Manuela Matos Monteiro —  Rui Macedo — João Catarino — Isabella Beatrix — António Trindade.


Continuamos a acolher a partilha das vozes e dos olhares.

www.revistadobra.pt

 




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A actividade editorial, como qualquer actividade humana, não é social ou politicamente neutra. Nas disciplinas de gestão de empresas, este fenómeno é abordado, embora de forma marginal, normalmente referindo-se às externalidades das empresas (efeitos no ambiente resultantes da sua actividade), sendo usualmente designado por «responsabilidade social» das empresas.

A responsabilidade de uma empresa editorial é bem maior do que normalmente se pensa. Assim, no que respeita à «responsabilidade social», defendemos que todas as actividades económicas se deveriam submeter a normas de um desenvolvimento humano sustentável, se bem que, a nosso ver, a própria definição de Desenvolvimento Humano Sustentável (DHS) proposta pelo Plano das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) ainda seja muito tímida e redutora. 

No nosso ADN consta a preocupação com o ambiente e a sobrevivência do planeta e pautamos a nossa atividade pela exigência de qualidade em detrimento da quantidade. O DHS (Desenvolvimento Humano Sustentável) não pode, porém, ter apenas as componentes económica e ambiental, deve ter uma forte componente cultural, aliás indissociável das primeiras. Assim, a promoção de um DHS não pode ser apenas uma proposta de novos modos de fazer e consumir no aspecto económico e ambiental, tem necessariamente de ter uma componente de novas formas de encarar a «produção» e «distribuição» de bens culturais, designações que propomos, desde já, substituir por «criação» e «fruição» de bens culturais.

Neste âmbito, não descurando todos os projetos em curso, que já concorrem para os desideratos acima referidos, colocámo-nos ao serviço de um novo projeto em três vertentes, intitulado «(I)materialidades - Etnografia e Património», com a sua primeira materialização em três publicações que aguardam um lançamento presencial.