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Rostos e histórias são pretexto para livro afectivo |
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Muitos rostos, com certeza que também com muitas outras histórias, estiveram no dia 5 de Dezembro na Casa-Museu * Centro Cultural João Soares para assistir ao lançamento do livro “Rostos com história”, da autoria de Carlos Fernandes, edição do “Jornal das Cortes” e produção da editora Textiverso, n.º 10 da sua colecção “Tempos & Vidas”. Escreveu o autor na Introdução: «Este livro é, em absoluto, uma manta de retalhos que nem sequer procurámos coser para ter qualquer consistência que não seja a que cada um dos textos contém. Isso não significa que, em termos globais, ele não represente uma história comum da nossa comunidade, respigada da história de exactamente duas centenas de pessoas ou grupos que, ao longo de duas décadas, fomos ouvindo, registando e publicando nas páginas do Jornal das Cortes.» |
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"Um Amor de Sempre" no Dia da Memória |
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No dia 15 de Novembro comemorou-se o Dia Mundial em Memória das Vítimas da Estrada. A cerimónia, no Governo Civil do Distrito de Leiria, foi simples mas significativa. E estendeu-se ao dia 16 com a apresentação pública, no seu Salão Nobre, do livro "Descoberta - Um amor de sempre", da autoria de Joaquim Santos (textos) e Andreia Proença (ilustrações), produção da Textiverso. Este livro narra uma história dedicada à filha do autor, Eduarda, que, em Maio de 2006, faleceu tragicamente vítima de um acidente rodoviário. Decorre na cidade de Leiria, junto às margens do rio Lis, local onde a menina foi particularmente feliz. São personagens justamente Eduarda, a menina sonhadora, e Sebastião, um mendigo desiludido da vida. Entre os dois estabelece-se um diálogo sereno e ternurento que vai trazendo à colação assuntos complexos como o tempo, a memória, a sorte, a vida e a felicidade. A segurança rodoviária é para o Governador Civil, Prof. Doutor Paiva de Carvalho, uma preocupação constante e uma prioridade no âmbito das suas competências, razão por que, este ano, apoiou a publicação deste livro de Joaquim Santos, considerando-o mais um instrumento de abordagem à temática da prevenção e segurança rodoviárias, pretendendo posteriormente distribuir um exemplar pelas bibliotecas das escolas do distrito. |
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A etnografia madeirense em duas edições póstumas |
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 A Casa da Madeira, em Lisboa (Rua do Alto do Duque, n.º 5, ao Restelo), foi o espaço eleito para a apresentação, no dia 9 de Outubro último, de dois livros de um madeirense, o Eng. Cecílio Gomes da Silva, falecido em 2005. Tratou-se de “Viveiros” e “Era assim no Funchal”, ambos da responsabilidade editorial da Textiverso e inseridos na colecção “Tempos & Vidas”, respectivamente com os n.ºs 5 e 6. Na mesa estiveram, para além de Carlos Fernandes, em representação da editora, o Major José Manuel Gomes da Silva (filho do autor), o Professor Doutor Gustavo Rubim (apresentador e prefaciador dos livros), o senhor Carlos Santos (Vice-presidente da Casa da Madeira) e o Coronel Joaquim Evónio (mentor do site Varanda das Estrelícias: http://www.joaquimevonio.com/).
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O (des)Acordo Ortográfico chegou a Lisboa |
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 No dia 10 de Setembro, o (des)Acordo Ortográfico voltou a estar na berlinda com mais uma apresentação do livro “Demanda, Deriva, Desastre – os três dês do Acordo Ortográfico”, de Francisco Miguel Valada. Desta vez foi no auditório da Fundação Mário Soares, em Lisboa, e a dissertação acerca do assunto foi da responsabilidade do Professor Doutor António Emiliano (Universidade Nova de Lisboa – Faculdade de Ciências Sociais e Humanas), que esteve acompanhado pelo autor, pelo Secretário-Geral da Fundação Mário Soares, Dr. Carlos Barroso, e pelo representante da Textiverso, Carlos Fernandes.
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O Massacre da Portela - 200 anos |
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Autor: Carlos Fernandes (org.)
Colecção: TEMPOS E VIDAS, 1 ISBN: 978-989-8044-09-9 Nº de páginas: 96 Disponibilidade: disponível ENCOMENDAR:
Sinopse: Neste livro o autor/organizador tentou juntar uma pequena parte do que o testemunho, a crónica ou a história deixaram escrito para, volvidos exactamente 200 anos, se poder ter uma noção do que foram esses tempos amargurados dos nossos conterrâneos e dos que habitavam toda a região centro do país aquando da primeira invasão francesa. São apenas alguns escritos, dos muitos que se deram à estampa ou se encontram ainda por desvelar, mas aqueles que se entenderam mais significativos para ilustrar a efeméride. |
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