Título completo: Cadernos de Estudos Leirienses

Autores: Vários

Colecção: Cadernos – 11

ISSN: 2183-4350

N.º de páginas: 504

Preço: 18 euros

Disponibilidade: Disponível

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Sinopse

O presente 11.º volume dos Cadernos de Estudos Leirienses elege Leiria como tema central, a ele se dedicando um dossiê especial. Como escreve o coordenador científico da publicação, Prof. Saul Gomes, «nas suas páginas aliam-se estudos interpretativos com investigação inédita, documental ou outra, abordagens de síntese com leituras mais aprofundadas e extensas, decifram-se antigas lendas e corrigem-se criticamente dados criptíco-arqueológicos que lhes estavam subjacentes, enunciam-se, enfim, textos de apresentação de temas e outros de divulgação do património histórico e cultural leiriense com especial relevância para o filamento identitário religioso cristão e pagão, para a vida teatral da cidade no passado, para o conhecimento das repostas sociais aos problemas da saúde mental, para o contributo filantrópico de antigos maçons e de figuras femininas relevantes no passado cívico de Leiria, e, ainda, para a análise do legado literário de Afonso Lopes Vieira». Este dossiê leiriense é complementado por um conjunto de pequenas edições de documentos fac-similados ou em transcrição paleográfica e diplomática acessível a todos os leitores.

Título completo: Cadernos de Estudos Leirienses

Autores: Vários

Colecção: Cadernos – 10

ISSN: 2183-4350

N.º de páginas: 190

Preço: 12 euros

Disponibilidade: Disponível

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Sinopse

O conteúdo do volume n.º 10 dos Cadernos de Estudos Leirienses corresponde aos textos das comunicações apresentadas no colóquio evocativo do IX Centenário da Abadia de Claraval (1115-2015) realizado no auditório da Biblioteca Municipal de Alcobaça no dia 14 de Novembro de 2015. A AMA – Associação dos Amigos do Mosteiro de Alcobaça e o Município alcobacense quiseram justamente lembrar os 900 anos do mosteiro fundado pelo santo que recebeu e anuiu ao pedido de Afonso Henriques para construir Santa Maria de Alcobaça. A Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa fez também parte da organização do Colóquio que lembrou a efeméride. O lote das participações e das temáticas abordadas nesse colóquio foi plural, dando espelho à complexidade cisterciense. São nove os estudos produzidos nesse âmbito.

Título completo: Cadernos de Estudos Leirienses

Autores: Vários

Colecção: Cadernos – 9

ISSN: 2183-4350

N.º de páginas: 528

Preço: 17 euros

Disponibilidade: Disponível

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Sinopse

O volume n.º 9 dos Cadernos de Estudos Leirienses tem cerca de metade das suas 528 páginas dedicada ao Norte do Distrito de Leiria e, em particular, ao concelho de Ansião. Como escreve o Professor Saul Gomes na Apresentação do volume, «um concelho rico em património natural, arqueológico, histórico e etnográfico, lugar nodal entre o Litoral atlântico e as serranias de Sicó, Alvaiázere, Alge e Zêzere, no qual despertou cedo a vocação de eixo viário fundamental nas ligações do país meridional, o das bacias do Nabão e do Tejo, com a cidade-mãe do reino de Portugal, a Coimbra do Mondego, de onde partiram, em meados da década de 1130, os cavaleiros de D. Afonso Henriques e de Fernão Peres Cativo que, com a fundação de Leiria e do seu castelo, deram início ao processo de afirmação de Portugal». Em nota histórica, informa que, «em 1216, D. João César, prior-mor do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, outorgou carta foralenga a um conjunto de habitantes de Ansião, gérmen de um concelho cujos 800 anos de existência se comemoram justamente no ano corrente de 2016».

E continua: «Ansião, como a maioria dos concelhos do atual distrito de Leiria, cresceu e enobreceu-se nos séculos modernos, tempo em que conheceu gente insigne e letrada, como o Conde da Ericeira, D. Luís de Menezes, que a senhoreou e que pediu ao rei D. Pedro II a sua elevação à categoria formal de vila, merecendo este magnate as homenagens do senado camarário ansianense em público monumento levantado em sua honra, no ano de 1686, tornando-se, ainda, berço de académicos ilustres como Jerónimo Soares Barbosa ou Pascoal José de Mello Freire dos Reis. Ao longo de Setecentos, a vila de Ansião ganhou peso político e económico na região em que se situa, beneficiando das atividades industriais circunvizinhas da exploração do ferro e do crescimento manufatureiro dos lanifícios, agregando a si paulatinamente um termo mais amplo que as reformas administrativas liberais consolidariam, conferindo ao município as suas atuais fronteiras. Com Ansião afirmou-se também Avelar, terra de iguais origens medievas, tempo em que tinha estatuto concelhio, a qual se afirma hodiernamente como segundo polo urbano e comercial do município, com dinâmicas de desenvolvimento social, cultural e económico que muito contribuem para a qualidade de vida dos habitantes de toda esta área geográfica.»

Título completo: Cadernos de Estudos Leirienses

Autores: Vários

Colecção: Cadernos - 8

ISSN: 2183-4350

N.º de páginas: 560

Preço: 20 euros

Disponibilidade: Disponível

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Sinopse

 

Com a publicação do volume 8, os Cadernos de Estudos Leirienses entram no seu terceiro ano de publicação, desta vez com um número de páginas superior a qualquer dos anteriores (560) e também com uma particularidade: um trabalho ilustrado com imagens a cores, excepção que conta com a colaboração financeira do autor. É, pois, um número excepcional, por estes motivos que apontamos, mas sobretudo pela qualidade e abrangência dos estudos publicados, com um destaque de inegável importância sobre o concelho da Batalha que «consagra, no seu nome de batismo, a íntegra memória da consagração da independência nacional na Batalha Real de Aljubarrota de 14 de Agosto de 1385», como considera na Apresentação o coordenador científico, Professor Saul António Gomes.

Este historiador deixa-nos escrito sobre a Batalha: «As gerações de antanho souberam manter e renovar, em torno do Mosteiro da Batalha, a chama de um sentido de portugalidade que se plasma na estremenha pedra rendilhada em flor que flameja por todo o monumento. Para a sua edificação congregaram-se homens e saberes oriundos de toda a Europa do Outono da Idade Média. Nele trabalharam mestres de obras, canteiros e artistas portugueses, hispânicos, franceses, italianos e alemães, entre outros, aplicando-se nas formas do estaleiro gótico saberes de origens igualmente diversas, peninsulares, inglesas e mediterrânicas, ou afirmando formas mais lusitanas como a da finíssima modelação plástica da pedra a que se chamou arte manuelina. De panteão dinástico das primeiras e ínclitas gerações reais de Avis, a Batalha tornou-se igualmente lugar em que se perpetuam, inscritas a cinzel, biografias silenciosas de arquitetos, como Mestre Mateus Fernandes, cujo centenário da sua morte se celebrou justamente na Batalha entre 2015 e 2016, e artistas, cavaleiros e clérigos do Portugal pioneiro na abertura do mundo à modernidade.»

Saul Gomes considera ainda que, «na Batalha, tudo é mais do que um caso de história local e regional». E acrescenta: «O concelho, reconhecido oficialmente pelo rei D. Manuel I, no ano de 1500, situa-se no coração geográfico e histórico da Alta Estremadura, mediando encruzilhadas de caminhos e de ligações entre norte e sul, entre litoral atlântico e as cimalhas das Serras de Sicó, Aire e Candeeiros, e intermediando partilhas patrimoniais e culturais que espelham laços identitários entre populações que comungam de um mesmo espaço e de uma história carregada de proximidades.»

Título completo: Cadernos de Estudos Leirienses

Autores: Vários

Colecção: Cadernos - 7

ISSN: 2183-4350

N.º de páginas: 208

Preço: 12 euros

Disponibilidade: Disponível

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Sinopse


O volume n.º 7 dos Cadernos de Estudos Leirienses constitui uma edição especial onde se publicam as comunicações apresentadas num colóquio realizado em Leiria sobre Afonso Lopes Vieira, nos 70 anos da sua morte, e sobre a biblioteca que ostenta o seu nome, que já tem 61 anos.

Na introdução ao volume, a sua coordenadora, Professora Doutora Cristina Nobre, escreveu: «Com o colóquio A Glória do Esquecimento: 70 anos sobre a morte de Afonso Lopes Vieira (realizado a 26 de janeiro de 2016, na biblioteca municipal de Leiria) procurou-se emendar o peso esmagador do tempo e devolver o escritor Afonso Lopes Vieira à memória do século XXI. Passados 70 anos sobre a morte do escritor, e com a abertura da sua obra ao domínio público, Leiria quis congratular-se através da divulgação junto do público, chamando vários especialistas como oradores provocatórios.» São essas comunicações que agora se reúnem neste volume n.º 7 e se guardam para o futuro.

Título completo: Cadernos de Estudos Leirienses

Autores: Vários

Colecção: Cadernos - 6

ISSN: 2183-4350

N.º de páginas: 502

Preço: 15 euros

Disponibilidade: Disponível

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Sinopse

 

O final do ano de 2015 assinala-se com a saída do 6.º volume dos Cadernos de Estudos Leirienses cujo conteúdo, reunido em 502 páginas, é bem a expressão da importância que o Distrito de Leiria reveste no contexto nacional. Nas edições anteriores, foram sendo destacados temas relevantes de cada um dos concelhos em que os sucessivos Cadernos foram sendo apresentados: Leiria, Pombal, Nazaré, Alcobaça e Marinha Grande. É, agora, a vez de Porto de Mós, com 14 textos correspondentes a outros tantos assuntos deste concelho. O Coordenador Científico, Prof. Saul António Gomes, assinala assim essa ênfase:

«Porto de Mós é o concelho em destaque na presente edição dos Cadernos de Estudos Leirienses. A centralidade da Vila Forte, como a cognominou Luís de Camões (Os Lusíadas, VIII, 16), pequena pátria do heroico e lendário Dom Fuas Roupinho, "que na terra e no mar resplandece juntamente", na evocação assertiva que dele nos deixou o citado Príncipe dos Vates, no mapa da região e distrito de Leiria, é um dado histórico reconhecido. No coração dessa história está um território estratégico, compósito, serrano e de extensos planaltos e várzeas, aninhado no Maciço Calcário Estremenho, pelas Serras de Aire e de Candeeiros, espreitando o imenso oceano atlântico, por cujos caminhos e "portos" jornadearam, desde cedo, almocreves e tratantes de todas as categorias de produtos comerciais muito em especial, como o nome da terra o proclama, mós e demais pedraria necessária à construção de grandes e de pequenos monumentos. / Desvela-se ao leitor, nestas páginas, justamente, um dos mais antigos concelhos estremenhos, que conta no seu passado com importantes marcos de afirmação histórica do municipalismo português, como são as suas cartas de foral outorgadas, respetivamente, por D. Dinis, em 1305, e por D. Manuel I, em 1515, propondo-se um itinerário de leitura em torno das suas raízes arqueológicas mais remotas e também do seu passado industrial, evocando-se o labor de fábricas e moendas antigas, o pioneirismo portomosense na senda dos progressos tecnológicos e comerciais contemporâneos, observando-se a sua imprensa, a vida e morte de um dos seus famosos titulares, o Barão de Porto de Mós, e a ação em prol da cultura regional protagonizada por Francisco Furriel.»

Título completo: Cadernos de Estudos Leirienses

Autores: Vários

Colecção: Cadernos - 5

ISSN: 2183-4350

N.º de páginas: 500

Preço: 15 euros

Disponibilidade: Disponível

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Sinopse

Como refere o Prof. Saul Gomes na Apresentação, «o presente número de Cadernos de Estudos Leirienses, nas suas 500 páginas, arquiva e divulga novos contributos interpretativos da história de Leiria e do seu distrito e, simultaneamente, disponibiliza informação heurística (documentação, notícias, bibliografia) fundamental, posto que se trate de um campo sempre em aberto, acerca do passado regional». E adianta que, «se, em números anteriores, Leiria, o norte do seu distrito, a Nazaré ou Alcobaça foram linhas congregadoras dominantes, agora cabe à Marinha Grande e ao seu Pinhal do Rei ou de Leiria o protagonismo maior».

Sobre o destaque à Marinha Grande, Saul Gomes escreve: «A Marinha Grande preserva um património industrial singular na História de Portugal, o dos seus engenhos e fábricas de serração e de vidro, cujas raízes mergulham tanto nos séculos medievais, no que respeita à exploração e exportação, pelos seus portos marítimos da Foz do Lis e de S. Pedro de Moel, das madeiras, especialmente de pinho, como na Época Moderna, se atentarmos na tradição industrial deste território que foi e permanece pioneiro na produção de vidro e de moldes.»

Título completo: Cadernos de Estudos Leirienses

Autores: Vários

Colecção: Cadernos - 4

ISSN: 2183-4350

N.º de páginas: 432

Preço: 15 euros

Disponibilidade: Disponível

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Sinopse

Neste quarto número dos Cadernos de Estudos Leirienses, como escreve o Prof. Saul Gomes na Apresentação, destacam-se os estudos dedicados à história e ao património de Alcobaça. Um património de terra e de céu. O passado e as heranças do monaquismo bernardo inspiraram uma parte significativa dos autores que quiseram publicar o seu trabalho nas páginas impressas que aqui se deixam ao leitor interessado. Divulgam-se e valorizam-se os sistemas hidráulicos e as paisagens de água no antigo couto cisterciense de Alcobaça, visita-se a imensa igreja abacial, outrora povoada de altares e retábulos, espreita-se o Colégio da Conceição e atenta-se no declínio e fim da Congregação de S. Bernardo de Alcobaça. Os problemas da museologia alcobacense, os contributos da cultura oriental na vida cultural medieval dos religiosos alcobacenses e as antigas paisagens no entorno do porto de Alfeizerão, são outros temas que permitem aprofundar o conhecimento deste espaço.

cadernos3capaTítulo completo: Cadernos de Estudos Leirienses
Autores: Vários
Colecção: Cadernos - 3
ISBN: 978-989-8044-98-3
N.º de páginas: 432
Preço: 15 euros
Disponibilidade: Disponível

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Sinopse
Os Cadernos de Estudos Leirienses, agora no seu terceiro número, têm vindo a concitar uma crescente adesão por parte de investigadores regionalistas e também por parte dos seus públicos. O presente número, aliás, ultrapassa as quatro centenas de páginas impressas, o que é revelador da potencialidade científica de Leiria e da sua região enquanto espaço e sujeito de estudo no domínio das ciências sociais e humanas.
Estudos de história, de história da arte, de arqueologia e de etnografia marcaram os volumes anteriores. Nas páginas deste tomo, sobressaem os artigos dedicados ao conhecimento do património histórico-cultural e do património natural da região especialmente na sua dimensão territorial atlântica.

capa cadernos2Título completo: Cadernos de Estudos Leirienses

Autores: Vários

Colecção: Cadernos - 2

ISBN: 978-989-8044-92-1

N.º de páginas: 262

Preço: 12 euros

Disponibilidade: Disponível

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Sinopse:

Os Cadernos de Estudos Leirienses oferecem-se como um espaço de escrita sobre e acerca de um espaço geográfico e cultural, o leiriense, não sendo uma manifestação de bairrismo serôdio, sobranceiramente desvalorizado, quiçá, por olhares distantes e displicentes, mas antes um lugar de partilhas de saberes e de experiências de investigação que identificam e (re)significam esta região, procurando, assim, descortinar os caminhos da compreensão dos seus vetores históricos plurais e comuns, obviamente diversos e díspares nos lugares e nos tempos, mas articulados e relacionais de acordo com as lógicas que tecem as composições regionais. Eles são, por tudo isto, um lugar de historiografias de descoberta e de projeção da região leiriense.

capa cadernos1Título completo: Cadernos de Estudos Leirienses 1

Autores: Vários

Colecção: Cadernos - 1

ISBN: 978-989-8044-88-4

N.º de páginas: 224

Preço: 12 euros

Disponibilidade: Disponível

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Sinopse:

Os Cadernos de Estudos Leirienses pretendem proporcionar aos numerosos investigadores um veículo essencial para a divulgação dos seus trabalhos que tenham como pano de fundo a região alargada do Distrito de Leiria e territórios limítrofes com afinidades, como é o caso concreto de Ourém. A sua função será a de fixar elementos essenciais para a compreensão do território definido, com textos de síntese, mas suficientemente desenvolvidos e fundamentados para colherem junto dos potenciais leitores a confiança e o esclarecimento que estas matérias requerem.