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INSTALAÇÕES DA TEXTIVERSO

A Textiverso continua a manter o seu escritório em Leiria, com o seguinte endereço:

R. António Augusto Costa, n.4 

2415-398 Leiria

Telefone: 244 881 449

Telemóvel: 917 803 137

 

BREVES

Outro livro da Textiverso no Plano Nacional de Leitura – Já está disponível a lista de livros do primeiro semestre de 2018 recomendados para o Plano Nacional de Leitura (PNL). Entre eles está mais um produzido pela Textiverso:
- Um mistério até ao fim, de Manuela Ribeiro, com ilustrações da capa e do miolo de Carmo van Damme.

Lá mais de trás já tínhamos outros livros recomendados pelo PNL:
- História que há de ser, de Manuela Ribeiro, com ilustrações da capa e do miolo de Nídia Nair.
- Diário de Ana Joana, 12 anos, 1,36 m de altura, de Raquel Ramos, com ilustração da capa de Gonçalo Viana; e
- A Plantinha dos meus Pais, de Manuela Ribeiro, com ilustrações da capa e do miolo de Nídia Nair.
E,
para o 2.º ano - Leitura Autónoma: O urso que perdera o coração, de Carlos Alberto Silva (texto e ilustrações), produção da Textiverso.

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É com muito orgulho e satisfação que a Textiverso traz aqui o singelo livro de poesia Apenas Linhas, com a sua chancela.

Apenas Linhas constitui, como os que o antecederam, uma compilação, feita por Maria Celeste Alves, também autora da Nota Introdutória, da produção poética dos alunos da sua aula de «Poesia e dizer», no Instituto Cultural Dom António Ferreira Gomes, no Porto.

Capa Apenas Linhas env. tipog.2

O facto de Apenas Linhas constituir o 12.º número de uma linha que, ininterrupta, tem o seu início em 2008, aliado ao vivo acolhimento que recebeu no seu lançamento (informal) no dia 12 deste mês, no referido Instituto Cultural Dom António Ferreira Gomes, no Porto, coloca à Textiverso o imperativo de vir finalmente dar visibilidade a uma linha editorial com doze anos de existência, até agora integrada na categoria “extra colecção”.

Faz todo o sentido que lhe demos o título deste seu 12.º número, título feliz de um dos poemas que integra: «Apenas linhas».  Acolheremos, assim, outros testemunhos de um “aprender a ver”, que, nas palavras de Maria Celeste Alves, «se detém na “realidade das coisas” e na poesia que dela emana».