Título: Alfabeto

Autor: Edward Lear

Tradução e adaptação: Ana Isabel Marques e Adonay Moreira

Ilustrações: Maria Teresa Basílio

Colecção: HISTÓRIAS DE LONGE, 1

ISBN:978-989-8812-22-3

N.º de páginas:34

Preço: Indisponível

Disponibilidade: Indisponível

Sinopse

O livrinho que aqui se apresenta constitui uma tradução/adaptação de um alfabeto rimado escrito por Edward Lear (1812-1888), artista inglês multifacetado, ilustrador, músico, escritor e poeta celebrizado no mundo das letras sobretudo pela escrita do absurdo (nonsense). […]

Trata-se […] da celebração da palavra rimada e da sua importância no(s) processo(s) de aprendizagem. São consabidas as potencialidades das rimas, não só no que diz respeito à consciência fonológica (adstrita à sonoridade/musicalidade), mas também no que toca ao poder mnemónico que a rima potencia. Por outras palavras, a palavra em rima é mais facilmente apreendida e memorizada. Tratando-se de um alfabeto rimado, para além dos aspectos acima referidos, existe igualmente o propósito de associar uma letra (som e caractere) a um vocábulo (palavra conceito) acrescido do seu enquadramento, ou seja, de uma pequena história, de uma alusão a uma qualquer característica ou funcionalidade que amplifica o conhecimento da palavra.

[…] Procurou-se que o alfabeto rimado que aqui se apresenta fosse um espaço de conforto, descoberta, aprendizagem e estímulo artístico para as nossas crianças num harmonioso contexto de lusofonia do século XXI.

 

capa Autor: Cecília Basílio (texto) e Fernanda Maio (ilustrações)

Colecção: OLHARES, 1

ISBN: 978-989-8044-02-0

Nº de páginas: 34

Preço: 12,50 euros

Disponibilidade: disponível

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Sinopse:
O texto deste livro, bem como a série a que abre, é posto ao serviço de objectivos de natureza não apenas lúdica, mas também pedagógica e didáctica, designadamente o de oferecer à criança / jovem e a todo aquele que não estiver familiarizado com as questões relativas ao mistério da relação entre a vida e a literatura, o ensejo de as conhecer e porventura de lhes responder, sem o peso do discurso teórico que, naturalmente, lhes subjaz e continuadamente as constrói e desconstrói.