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Na montra

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No âmbito das comemorações do 1.º Centenário da Restauração do Concelho da Marinha Grande, foi ali apresentado no dia 26 de Março de 2017, no auditório do Edifício da Resinagem, o livro Elucidário do Pinhal do Rei, da autoria de Gabriel Roldão. Produzido pela Textiverso, este livro, com capa cartonada, tem 768 páginas e impressão a cores.

Na mesa estiveram, para além do autor, o Presidente da Assembleia Municipal, Telmo Ferraz, o Presidente da Câmara da Marinha Grande, Paulo Vicente, a Presidente do Rotary Club da Marinha Grande, Cristina Simões, o fotógrafo Gonçalo Lemos e o editor da Textiverso, Carlos Fernandes.

Na Casa Municipal da Cultura de Alvaiázere foi lançado, na tarde do dia 25 de Março de 2017, um livro sobremaneira importante que tem por título Guia das Plantas Lenhosas e Sublenhosas Espontâneas no Sítio Sicó-Alvaiázere da Rede Natura 2000. São autores o Professor Mário Lousã, agrónomo e botânico de renome, e a Professora Sílvia Ribeiro, biofísica e bióloga. O livro tem 94 páginas, é uma edição da Al-Baiäz – Associação de Defesa do Património e foi produzido pela editora Textiverso. Na mesa estiveram, para além dos autores, a Presidente da Al-Baiäz, Dra. Maria Adelaide Furtado, e a Presidente da Câmara Municipal de Alvaiázere, Dra. Célia Margarida Gomes Marques.

No âmbito das comemorações do 1.º Centenário da Restauração do Concelho da Marinha Grande, foi apresentado no passado dia 19 de Fevereiro, na Marinha Grande, no Edifício da Resinagem, o livro “Pereira Roldão - Velha Família da Marinha Grande”, da autoria de Gabriel Roldão. Na realidade, trata-se da reimpressão da edição de 2009, praticamente esgotada no dia da apresentação (em S. Pedro de Moel). O livro tem 468 páginas e é uma produção da Textiverso, de Leiria.

Esta reimpressão foi doada pelo autor à Confraria da Sopa do Vidreiro para quem reverte o produto das vendas.

Luís Cardoso, de Maceira, é o autor do livro de poesia “Manuscrito sentido” que foi lançado no passado dia 28 de Janeiro de 2017, no auditório da Fundação Caixa Agrícola de Leiria. Tem 138 páginas e foi produzido pela editora Textiverso, de Leiria. Para além do autor e do editor, Carlos Fernandes, estiveram na mesa o Vereador da Cultura da Câmara de Leiria, Gonçalo Lopes, os Presidentes de Junta de Freguesia de Maceira, Vítor Santos, e de Leiria, José Cunha, o empresário Joaquim Rodrigues (Egro) e o Padre Vítor Melícias, que falou do autor e do livro. A psicóloga Sílvia Neves e as professoras Adelaide e Adriana declamaram alguns poemas do livro, enquanto o pianista Vítor Moreira interpretou alguns temas musicais.

Uma das salas do Clube Recreativo e Desportivo do Soutocico (Soutocico, Arrabal) encheu-se para partilhar uma excelente tarde cultural a pretexto do lançamento do livro “Em contramão – Memórias biográficas”, da autoria de José Adelino Vieira Brites, justamente do Soutocico. Tem 96 páginas, é uma edição do autor, com produção da Textiverso. Na mesa estiveram, para além do autor, o Dr. Mário Marques da Cruz, a Dra. Helena Brites (Presidente da Junta de Freguesia do Arrabal) e o editor, Carlos Fernandes.

O auditório da Biblioteca Municipal da Marinha Grande foi o espaço eleito por Conceição Faria Alexandre, de São Pedro de Moel, para lançar o seu volume de memórias biográficas que tem por título “Longo e sombrio Inverno”. A sessão ocorreu no dia 17 de Dezembro de 2016, e teve duas amigas na apresentação: Ana Cristina Luz, que traçou o seu perfil biográfico; e Cristina Nobre, que falou mais propriamente sobre o conteúdo do livro, que tem 224 páginas e foi produzido pela Textiverso.

A Biblioteca Municipal de Leiria acolheu no dia 15 de Novembro de 2016 o lançamento do livro “Quando Leiria Canta”, da autoria de Alda Sales Machado Gonçalves. É um volume de 208 páginas em formato A4, produzido pela Textiverso, de Leiria, e editado pelas Obras Sociais do Pessoal da Câmara Municipal de Leiria (Associação) e pelo Orfeão de Leiria | Conservatório de Artes.

Na mesa estiveram, para além da autora, a Presidente das Obras Sociais, Dra. Margarida Alexandra Silva, e o Director do Orfeão, Dr. Acácio de Sousa, e o Vereador da Cultura da Câmara, Dr. Gonçalo Lopes.

Ao fim de onze edições, os Cadernos de Estudos Leirienses voltaram a ser apresentados em Leiria. Desta vez foi no Museu de Leiria / Convento de Santo Agostinho, no dia 10 de Dezembro de 2016. O volume n.º 11 dos Cadernos tem 502 páginas e dedica mais de metade delas ao concelho de Leiria, num dossiê que suscita a maior curiosidade. Desta vez, porque foi o Museu de Leiria a acolher o lançamento da última edição dos Cadernos, coube à Dra. Vânia de Carvalho, arqueóloga responsável pela instituição, a tarefa de apresentação do dossiê sobre Leiria. O coordenador científico, Professor Saul Gomes, deu antes uma nota geral sobre o volume. Presentes ainda o editor, Eng. Carlos Fernandes, e a Chefe de Divisão da Cultura da Câmara de Leiria, Dra. Helena Brites, também Presidente da Junta de Freguesia do Arrabal, na circunstância a “jogar em casa”, uma vez que estes Cadernos inserem dois estudos sobre a freguesia do Arrabal.

Numa iniciativa promovida pela Santa Casa da Misericórdia de Porto de Mós, foi lançado no dia 8 de Dezembro de 2016, na igreja de S. Pedro de Porto de Mós, o aparatoso livro “A Santa Casa da Misericórdia de Porto de Mós – 500 Anos de história”, de Saul António Gomes e Kevin Carreira Soares. Edição daquela Santa Casa, o livro, como miolo a cores, tem 256 páginas e foi produzido pela Textiverso.

Na mesa de apresentação estiveram: o Provedor da Misericórdia, Dr. Paulo Carreira, o Pároco de Porto de Mós, Padre José Alves, o Vice-presidente da Câmara Municipal de Porto de Mós, Dr. Albino Januário, o editor, Eng. Carlos Fernandes, e o autores, Prof. Doutor Saul António Gomes e Mestre Kevin Carreira Soares.

Antes da apresentação propriamente dita, um duo de cantores líricos, os contratenores Luís Peças e João Paulo Ferreira, interpretou alguns temas que surpreenderam a plateia. Logo de seguida, o Padre José Alves deu as boas-vindas aos presentes e saudou a Misericórdia pelos seus 500 anos e pelo livro evocativo, após o que os autores falaram do precioso trabalho agora editado.

O Município de Ansião promoveu no dia 12 de Novembro de 2016 o lançamento de dois livros de grande significado e importância: a “Réplica do Foral Manuelino de Ansião” (fac-símile), de 20 páginas, e o estudo “Réplica reconstituída do Foral Manuelino de Ansião”, este da responsabilidade de Mário Rui Simões Rodrigues, com 80 páginas, ambos produção da Textiverso. Na mesa estiveram: o Presidente da Câmara, Dr. Rui Rocha, a Vereadora da Cultura e Vice-presidente, Dra. Célia Freire, o editor, Eng. Carlos Fernandes, e ainda o Dr. Manuel Augusto Dias e Dr. Mário Rui Simões Rodrigues.

Foram justamente o Dr. Manuel Augusto Dias e Dr. Mário Rui Simões Rodrigues que fizeram a apresentação destes dois livros: o primeiro, evocando todas as iniciativas que decorreram em Ansião desde 5 de Julho de 2014, 5.º centenário do Foral Manuelino; e o segundo, explicando como se reconstituiu o foral para a sua presente edição fac-similada.

Depois de poesia, ensaio, história cultural e memórias, Fernando Brites volta aos domínios da escrita, apresentando agora a sua primeira ficção: “Da Banda de lá do Tempo”. Trata-se de um romance de 408 páginas num livro produzido pela Textiverso, de Leiria, e lançado no dia 6 de Novembro de 2016 no auditório da Junta de Freguesia do Arrabal (Leiria). Na mesa estiveram a Presidente da Junta, Helena Brites, o editor, Carlos Fernandes, o apresentador, escritor Luís Vieira da Mota, e, naturalmente, o autor, que, ao escrever este livro, diz tê-lo feito «com a ideia de homenagear aqueles que decidiram construir o seu futuro nas ex-colónias e que, fruto de uma descolonização apressada (...), tiveram de regressar em condições deprimentes, que nada dignificam quem os obrigou a voltar e a forma como o fizeram». A este respeito, o apresentador diria: «O Dr. Fernando Brites, mercê de um sentimento de solidariedade, respeito e admiração por todos os que foram espoliados e obrigados a um retorno que não estava nos seus horizontes, dedica-lhes este trabalho, simples na sua forma literária, escorreito na sua escrita, compreensível mesmo para os leitores menos ilustrados, mas com a grandeza de um coração, que por ter sofrido as mesmas angústias, melhor compreende o drama que por cima de todos desabou e com mais dificuldade pode perdoar aos responsáveis por esse cataclismo.»